Estreia: Quinta, 29 de Abril às 23 horas, na RTP2

Depois do grande confinamento, a Companhia Nacional de Bailado regressa ao palco!

 

Bow significa reverência, agradecimento no final de um espetáculo. Nestes tempos incertos, este filme mostra-nos como a Companhia se tem adaptado às mudanças impostas pela pandemia. Após tempos de isolamento físico e social, chegou a hora de se avançar para o “novo normal”. Mas como definir este novo normal?

O documentário de Paul E. Visser acompanha os bailarinos no seu regresso ao palco. Contudo, após este tempo de isolamento físico e social pautado por novos caminhos psicológicos e reencontros com possíveis medos remanescentes, podemos realmente falar sobre “um retorno ao normal”?

 

 

Bow surge como uma reação ao momento que vivemos e pode ter vários significados: por um lado humildade perante os tempos atuais, e por outro, resiliência na realização do trabalho diário em todo o nosso potencial. Trata-se de uma dualidade constante – possibilidades e limitações – e de chegar a um compromisso, aceitando a situação e, portanto, fazer-lhe uma reverência final. Coloquemos então a seguinte questão: como mudou o Covid 19, do ponto de vista mental e consequentemente artístico, a abordagem dos bailarinos da CNB em relação à dança?

Durante o documentário, acompanhamos os bailarinos dentro e fora do teatro. No tempo de inatividade fora do teatro compartilhando visões artísticas individuais que se reúnem como um todo, e dentro das paredes do teatro onde estas visões serão transformadas em movimento. Uma visão aproximada e pessoal dos bailarinos que regressam ao palco e que compõem um todo artístico chamado CNB.

 

Ficha Técnica

Título

Bow

Autoria

Paul E. Visser (em colaboração com Sofia Campos)

Realização

Paul E. Visser

Intérpretes

Francisco Sebastião, Anyah Siddall, Isadora Valero e João Costa

Música

Tiago Perestrelo

Produção

OPART, Companhia Nacional de Bailado, Valentijn Studios, RTP

Ano

2020

Duração

40'