“Rosa”, dos Bandidos do Cante, vence o Festival da Canção 2026

A canção “Rosa”, interpretada pelos Bandidos do Cante, venceu este sábado o Festival da Canção 2026, numa final que reuniu os dez finalistas escolhidos nas duas semifinais do concurso. A decisão resultou da combinação entre o voto do público e o voto do júri, cada um com um peso de 50% na classificação final.

O grupo de Beja é formado por Miguel Costa, Duarte Farias, Francisco Raposo, Luís Aleixo e Francisco Pestana, transporta consigo a essência do Cante Alentejano, classificado pela UNESCO como Património Cultural Imaterial da Humanidade 2014, renovado por uma sonoridade pop e contemporânea.

O júri regional do Festival da Canção foi composto por representantes de sete regiões do país: Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira.

O júri da região Norte foi composto por Rita Rocha (porta-voz), Inês Meira aka Klin Klop e Tóli Machado. A região Centro foi representada por Máximo (porta-voz), Inês Apenas e Ruben Gomes. Em Lisboa e Vale do Tejo, o júri integrou Jorge Fernando (porta-voz), Carolina Leite e Nuno Rafael.

No Alentejo, o júri foi composto por Helena Caldeira (porta-voz), Maria João Jones e Diogo Zambujo. A região do Algarve contou com Marta Lima (porta-voz), Alek Rein e Mallina. Nos Açores, integraram o júri Sara Cruz (porta-voz), Filipe Furtado e Alexandre Pascoal. Já a Madeira foi representada por João Borsch (porta-voz), Zarko e Juliana Anjo.

A final contou com atuações de André Amaro – “Dá-me a Tua Mão”, Bandidos do Cante – “Rosa”, Dinis Mota – “Jurei”, EVAYA – “SPRINT”, Gonçalo Gomes – “Doce Ilusão”, João Ribeiro – “Canção do Querer”, Marquise – “Chuva”, Nunca Mates o Mandarim – “Fumo”, Sandrino – “Disposto a Tudo” e Silvana Peres – “Não Tem Fim”, numa noite que voltou a destacar a diversidade de propostas e linguagens presentes na música portuguesa.

A RTP e a equipa do Festival da Canção agradece a todos os autores, intérpretes e equipas criativas que participaram nesta edição do Festival da Canção por aceitarem fazer parte daquela que continua a ser a maior festa da música portuguesa e um momento único na televisão nacional, reunindo artistas e público numa celebração coletiva da criação e originalidade musical.