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BoCA: o hibridismo da contemporaneidade

A segunda edição da Bienal de Arte Contemporânea (BoCA) decorre de 15 de março a 30 de abril. Esta semana, foi divulgada a programação do evento que agrega obras e artistas — nacionais e internacionais — do panorama de arte contemporânea. Lisboa, Braga e Porto são as cidades que irão acolher a bienal, nos mais diversos espaços: museus, jardins, espaços públicos (e até discotecas).

A programação é vasta e diversificada: desde o regresso de uma obra de Marina Abramovic até concertos de Nídia e Caterina Barbieri; desde uma “Beyoncé Mass” até uma instalação de Meg Stuart; desde uma homenagem a Helena Almeida até um concerto de Linn da Quebrada.

Opções não faltam, e a Teresa Vieira falou com John Romão, diretor artístico da BoCA, para entender as origens da bienal e o processo de planeamento, construção e edificação da programação deste ano.