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“Bem Bonda”: o rugido telúrico da Criatura

Eles não são bem uma banda: são um “bando”. Em 2016, estrearam-se com Aurora. Cinco anos depois, uma expressão beirã para dizer “já chega” inspirou a criação de um disco que escutou com atenção o íntimo pulsar da tradição musical portuguesa para fazer com ela um objeto sonoro difícil de classificar.

Bem Bonda, o segundo disco da Criatura, pode ser ouvido a partir da plataforma do coletivo — onde se pode encomendar a Pedra-Pão, obra de arte comestível que dá acesso às canções — e também, desde hoje, nas plataformas de streaming habituais.

A Mariana Oliveira conversou com Edgar Valente, Gil Dionísio e Paulo Lourenço — três criaturas deste organismo multicelular com genética espalhada por todo o país.