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Novas Quintas de volta ao Teatro Aveirense

Com a reabertura do Teatro Aveirense, as Novas Quintas estão de volta a Aveiro.

Samuel Úria atua nas Novas Quintas na quinta-feira, 19 de novembro, às 21h.

Uma sonoridade contemporânea invade todos os meses a Cidade da Ria e novembro é a vez de Samuel Úria. Dia 19 de novembro, o artista apresenta o seu mais recente álbum Canções do Pós-Guerra, editado em setembro de 2020.

O Teatro já implementou medidas e procedimentos de higiene necessárias para realização da programação em segurança. Para o efeito, entre outras medidas, serão disponibilizados gratuitamente máscaras para todos os espectadores e gel desinfetante para as mãos.

No próximo dia 18 de junho, Filipe Sambado estreia o ciclo. Em julho, a dupla Best Youth ruma à cidade da ria e actuam dia 2. Já agendado para Setembro, no dia 10, Pedro Tróia apresenta o seu novo trabalho. A 8 de outubro, são os Glockenwise que sobem ao palco do Teatro Aveirense. Os concertos têm hora marcada para as 22h.

Filipe Sambado (18 Junho), que já pisou o palco das Novas Quintas em 2018, deu os primeiros passos do seu percurso musical em 2012 com o lançamento do EP “Isto Não É Coisa Pra Voltar a Acontecer”. Em 2020 Filipe Sambado participou no Festival da Canção, com o tema “Gerbera Amarela do Sul” e editou Revezo, um novo álbum de originais, onde está incluído o tem “Jóia da Rotina”.

2018 marca o lançamento do seu segundo LP Cherry Domino, o mais recente trabalho dos Best Youth (atuam a 2 Julho). O disco foi destacado pelas principais publicações nacionais como um dos melhores álbuns do ano e a Europavox considerou os Best Youth como uma das 30 melhores bandas europeias.

Pedro de Tróia (10 Setembro) deu início a uma carreira a solo e começa a tornar-se numa fonte de inspiração para muitos daqueles que já o seguem. Depois do projeto Capitães d’ Areia, em março de 2020, pré-Estado de Emergência, Pedro de Tróia edita o disco de estreia Depois Logo Se Vê.

Nuno Rodrigues, Rafael Ferreira e Rui Fiusa são os Glockenwise e tinham 16 anos quando começaram. Não havia nada melhor para fazer em Barcelos. Sem vocação para a cerâmica, herdaram o espírito da famosa “cena de Barcelos”. Depois de três álbuns, os Glockenwise surpreenderam o público, no final de 2018, com o primeiro trabalho escrito em português. O resultado é o disco Plástico. A plasticidade dos Glockenwise, capazes de se mutarem para algo diferente daquilo que faziam há dez anos – o puro garage rock – para algo mais “pop-rock”. Mas sem perderem as velocidades e as bases distorcidas.