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As primeiras CLAV Live Sessions de 2022

As CLAV Live Sessions apresentam mais quatro concertos entre janeiro e fevereiro de 2022, com o apoio da Antena 3, e o seu regresso será marcado pela música no feminino.

Depois de duas temporadas em 2021 com um total de 20 concertos, as CLAV Live Sessions regressam já no dia 7 de janeiro, com Bia Maria, e depois prosseguem com Labaq e, já em fevereiro, com Surma e com Minta.

Nesta nova edição, as transmissões online acontecem exclusivamente no canal do CLAV – Centro e Laboratório Artístico de Vermil no YouTube; e, em janeiro, será lançada uma call que visa apoiar a edição de quatro projetos musicais emergentes em formato de residências de criação sustentável no espaço CLAV.

Alberto Fernandes, diretor artístico do CLAV, reforça que “a ideia fundamental das CLAV Live Sessions é o apoio ao tecido musical emergente em Portugal, dando a conhecer ao público os novos valores, bem como dar acesso aos criadores para produzir, no espaço CLAV, produtos artísticos que lhes permitam promover as suas criações em qualquer lado. As CLAV Live Sessions já são consideradas, em Portugal, uma plataforma de lançamento para a música. Fico muito satisfeito ao perceber que todos os projetos que passam por aqui logo a seguir estão a tocar nos grandes espaços culturais espalhados pelo país”.

A lotação por sessão é de 15 espectadores, com marcação prévia. A apresentação de certificado digital ou teste negativo e válido à COVID-19 é obrigatória.

 

7 janeiro | 21h30 | BIA MARIA
Guimarães | Centro e Laboratório Artístico de Vermil

21 janeiro | 21h30 | LABAQ
Guimarães | Centro e Laboratório Artístico de Vermil

10 fevereiro | 21h30 | SURMA
Guimarães | Centro e Laboratório Artístico de Vermil

25 fevereiro | 21h30 | Lince
Guimarães | Centro e Laboratório Artístico de Vermil

 

As CLAV Live Sessions são já uma referência na programação e na promoção da música em Portugal. Um dos raros projetos que não pararam em tempo de pandemia, é considerado pioneiro na programação de concertos em formato misto, com público presencial e transmissão online. É ainda um projeto descentralizado e muito longe dos grandes centros, numa tentativa de fazer algumas correções de assimetrias, sejam elas culturais, sociais ou económicas.