Sofre com a pressão do pai, que projeta nela a frustração de nunca ter sido fadista. Tudo o que ela quer é ter uma vida normal e isso para si não passa, de maneira nenhuma, por uma vida musical.

Filha única, amada e mimada pelos pais, Rosarinho teve uma infância pacata e feliz. A entrada na adolescência coincide com alguns problemas financeiros dos pais e também os primeiros sinais de desgaste conjugal, algo que Rosarinho sente e que a incomoda. Em criança costumava fado, incentivada pelo pai.

Porém, com a entrada na adolescência farta-se disso e a insistência do pai para que cante só tem o efeito contrário.
É uma adolescente típica, usa roupas modernas e está sempre agarrada ao telemóvel. Quer que o pai a deixe de tratar como uma menina pequena e não a faça passar vergonhas ao pé dos amigos.