Sempre gostou de cantar, sobretudo incentivada pelo avô que, além de poeta, também cantava e até teve uma banda. Começou a cantar mais na adolescência, mas sempre em casa ou em karaokes.

Só aos 18 anos é que começou a olhar para as suas capacidades vocais mais a sério e a gravar alguns vídeos para perceber onde é que podia ir mais longe e fazer melhor. Entretanto, começa a partilhá-los na sua página do Instagram e os elogios não param de chegar.

Ainda assim, vir ao GTP não estava nos planos. Quem lhe pregou a partida foi o tio que a inscreveu às escondidas. Acha que estava a precisar deste empurrão e que é importante sair da sua zona de conforto: “Além disso, nunca atuei em público, quero trabalhar a minha presença em palco e perceber se realmente tenho ou não talento da boca dos profissionais”.

Está a tirar Publicidade e Marketing na Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa, e gostava de, um dia, conseguir “trabalhar e alcançar grandes feitos num departamento criativo”, mas também de seguir música e representação. O ano passado, na quarentena, descobriu uma nova paixão: escrever letras. Contudo, ainda não tem nenhuma sua, original. Acredita que a música está em todo o lado e que não há nada mais autêntico do que nos expressarmos através dela.

Guarda as melhores memórias das férias de infância no Alentejo, com os primos e a irmã. Há dois anos, contudo, viveu um dos momentos mais difíceis da sua vida com a perda daquela que era a sua maior referência: o avô.