É natural de Coimbra, mas atualmente vive em Leiria com a mulher.  O apelido vem da parte do pai, que é holandês (veio para Portugal com 30 anos).

Apaixonou-se pelo teatro desde o primeiro contacto, no 1º ciclo. Participava em todos os teatrinhos na escola e, no secundário, foi quando teve a certeza de que era aquilo que queria fazer da vida: ‘Tive um professor muito pro-ativo, que nos punha a trabalhar os textos de raiz’.

Nessa altura, fez ainda uma formação em teatro de rua e vários espetáculos nesse âmbito, alusivos ao Euro 2004 que decorria na altura. Como já não havia dúvidas, optou por uma licenciatura em Teatro e Educação e desde então que tem vivido de trabalhos como ator independente.

Atualmente, faz espetáculos no teatro no Leirena Teatro – Companhia de Teatro de Leiria -, e integra o projeto ‘Três Irmãos’ (do qual faz parte o seu irmão e uma outra amiga), na área da recriação histórica. Nele, desenvolvem peças originais e trabalham com música medieval e portuguesa desde a época romana, barroca, etc. Antes da pandemia, faziam feiras medievais de norte a sul do país.

Vem ao GTP a propósito de uns vídeos que começou a gravar com a pandemia: “Ou começava a fazer coisas ou dava em louco”. Para isso, em Marcha do Covid, por exemplo, reinventou a melodia de Cantigas da Rua para a atualidade e, com sentido de humor e alguma sátira, acabou por transmitir uma divertida mensagem aos que estavam na mesma situação que ele.

Quer participar no GTP pela exposição e pelo reconhecimento, pois pode ser uma maneira de se mostrar e surgir novas oportunidades.