Dinis começou a tocar acordeão com 7 anos. O pai também tocava o instrumento e foi por influência do progenitor que Dinis quis aprender.
Aos 14 anos, entrou numa escola profissional de música, onde tocava música erudita, e foi nesta altura que começou a ver este talento como uma profissão. Aos 18 anos, quando entrou para a licenciatura em música, ganhou interesse pelo jazz e música improvisada. Vai lançar agora um single com a Susana Félix e faz as próprias músicas, sendo que o género que mais se identifica é música erudita e jazz, mas gosta muito também de pop e um pouco de tudo.
Já deu bastantes concertos, toca em alguns projetos, mas nunca atuou em nenhum grande palco.
Já gravou para filmes e teatro e já participou em bandas sonoras de teatro. Atualmente, é músico freelancer. Gravou para o filme “Portugal não está à venda”, participou na peça de teatro “O crocodilo”, no teatro São Luís. Participou nas gravações do filme a “Herdade”.
Considera que ainda não teve o ponto mais alto da sua carreira, mas sente-se orgulhoso por já ter feito algumas coisas. Não obstante, sente que ainda está longe de fazer o que quer. O que mais se orgulha é o lançamento deste single, porque criou a música, tratou da logística e contratou músicos.
Adorava fazer uma tour internacional gigante durante um ano.
O sonho é continuar a fazer música e ter estabilidade económica para poder realizar o que mais gosta durante a vida inteira.
O mais importante quando está em palco é tocar e sentir a própria música e fazer com que os ouvintes tenham o mesmo sentimento que ele tem. A mensagem que pretende passar é que mesmo estando a passar uma fase difícil, não se deve desistir dos sonhos.