Tudo começou em 2012, quando estava na escola artística António Arroio e chumbou à disciplina de Geometria Descritiva A, ficando um ano inteiro apenas a fazer essa mesma cadeira e com demasiado tempo livre. Nesse mesmo ano, um grande amigo iniciou a sua formação de Cenografia, Figurinos e Adereços no Chapitô, convencendo-a a frequentar os cursos de final de tarde de Técnicas Circenses.

Acabou por desistir dos 4 anos de escolaridade que ali tinha feito e começar o secundário todo de novo, com 18 anos, desta feita em IAC (Interpretação e Animação Circense).

O momento mais feliz da sua vida foi em 2013, quando descobriu que podia juntar as artes e o desporto numa única categoria só: o circo.

O momento mais difícil foi o processo de separação dos pais: tinha 11 anos quando eles se divorciaram e só voltou a falar com o pai aos 17 anos.

Ela e a irmã foram criadas pela mãe. A mãe sempre a apoiou. O pai toca piano, mas sempre como hobbie.

O ato que vai apresentar vai ser um ato perigoso, porque vai juntar os elementos ar e fogo. Fez questão de idealizar um número onde juntasse essas duas técnicas que adora trabalhar e uni-las numa só performance.

Para estes atos, desenvolveu uma personagem que espera vir a apresentar no futuro profissional, que se chama Carmen Velvet, uma acrobata aérea com carácter burlesco e sem medo do fogo.

Com artista gosta que a vejam como uma contadora de histórias ou simplesmente de sensações.