Carlos está no último ano da licenciatura em Teatro (variante de interpretação) na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, no Porto, mas já canta e toca guitarra desde os 16/17 anos, altura em que lhe fizeram um convite para atuar num evento da sua terra natal Joane (Vila Nova de Famalicão).

Carlos aprendeu a tocar guitarra como autodidata aos 12/13 anos, depois de uma primeira incursão no piano. Faz o secundário em Ciências e Tecnologias, mas ficou preso com Matemática e acabou por fazer um casting para a Academia Contemporânea do Espetáculo. Talvez por já ter feito teatro amador, entrou e acabou por fazer lá a sua formação em representação (onde também teve aulas de canto).

É por esta altura que se estreia como cantautor a convite de um amigo, em Joane, e começa a ser solicitado pela CM de Famalicão para atuar em concertos e festas. A partir daí, faz também alguns eventos privados, bares, sessões de poesia e torna-se ensaiador da Tuna Feminina da Escola Superior de Saúde de Vale do Ave.

Vem ao GTP pelo facto de um programa na televisão nacional lhe poder abrir portas que “são difíceis de abrir naturalmente no mercado”.

Além da visibilidade, sonha ser reconhecido pelas mensagens que transmite e pelo impacto das mesmas na vida das pessoas: “seja um sorriso, uma ideologia, uma dica para ultrapassar um momento na vida.”