Participou em 2017 no GTP com o grupo Pupilos do Kuduro, com quem ainda faz atuações em videoclips. Regressa, este ano, a solo, para mostrar que o talento não escolhe idade nem estrutura física.

Só começou a dançar com 28 anos. Foi sempre apreciador de estilos africanos, mas nunca soube como dançá-los. Até que, um dia, diz a um grande amigo e professor de dança que gostava de experimentar. Entrou para o Ginga Urban Dance Studio, ganhou interesse e começou a definir objetivos.

Já atuou algumas vezes em público, sendo que a primeira foi no GTP, em 2017. Desde então, já atuou na Bélgica e nos Açores. Neste momento, devido à pandemia, está parado.

Dedica-se a dar aulas e aos seus projetos a solo, que incluem gravar vídeos para partilhar nas redes.

Sonha viver só da dança: ser professor a tempo inteiro, ter a sua própria escola e fazer performances e atuações. O ponto alto da sua carreira, aliás, foi quando deu o seu primeiro workshop.

O amigo e professor que o meteu nestas andanças (Miguel Albino) e o pai são as suas maiores referências e inspirações. Foi, aliás, o pai que o apresentou aos estilos de música africanos, pois gostava muito de os ouvir.