Natural de Pernambuco, no Brasil, está em Portugal há 3 anos. Estava na Faculdade de Letras quando começou a fazer aéreos. Ficou tão apaixonado que só queria praticar, pelo que acabou por deixar o curso.
Quando descobriu a roda na internet, encomendou uma e começou a treinar de forma autodidata.

Na altura, trabalhava numa loja de circo em São Paulo e percebeu que precisava de fazer formação. Contudo, no Brasil não havia professores de roda. Começou a fazer pesquisas e encontrou o que procurava no Instituto Nacional de Artes do Circo, em Famalicão. Fez uma audição e entrou.

Chegou a trabalhar com a roda na rua, mas agora faz festivais de circo pela escola, em Portugal, Espanha e em França. Também já fez vários eventos privados em Portugal.

Ao início, era ajudado pela família, mas depois começou a ganhar dinheiro com os trabalhos que fazia. Também é tatuador fez um curso no Recife e é uma boa ajuda financeira.

Foi convidado a dar aulas de roda na ACE Escola de Artes, no Porto.
Vive
com mais uns amigos b rasileiros que o ajudam a acalmar as saudades de casa, mas sente muito
a falta mãe, do pai e do irmão, com quem vivia no Recife. Espera poder voltar para os visitar este
ano.
Quer
participar porque é uma oportunidade de conhecerem o seu trabalho. Contudo, confessa ter
receio de tudo: das câmaras, do público e dos jurados.