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Episódio 25

Tapetes de Beiriz
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Nos anos 40 e 50 do séc. XX, não havia em Portugal casa boa ou instituição de prestígio que não se batesse por ter tapetes de Beiriz. De uma qualidade excecional sob todos os pontos de vista, os tapetes de Beiriz eram exportados para Espanha, Bélgica, França, Grã-Bretanha, Argentina, Cuba, Brasil, EUA. Encerrada na sequência da revolução de 1974, a Fábrica de Tapetes de Beiriz, em Beiriz - concelho da Póvoa de Varzim -, foi recuperada por uma alemã em finais dos anos oitenta e hoje é a sua filha que gere a segunda, e inesperada, vida dos tapetes de Beiriz.
Cátia Ferreira está bem ciente da responsabilidade da sua missão: Hilda Brandão Miranda, a fundadora da fábrica original, foi uma mulher notável, uma artista e uma empresária de mão-cheia. Começou em 1919 com seis camponesas-tecedeiras e dois pequenos teares e em 1934 tinha já 350 operárias e cerca de 60 teares.
Uma história emocionante em que as mulheres são as protagonistas há quase cem anos.
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Episódio 24

A Trancoso de Bandarra
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Na primeira metade de 1500, Bandarra, o sapateiro-poeta de Trancoso, escreveu um conjunto de trovas que ficaram para a posteridade como proféticas. Se em vida do autor, de seu nome verdadeiro Gonçalo Anes, as suas Trovas atingiram uma notoriedade que o levariam aos calaboiços da Inquisição, depois da sua morte a fama do dom profético de Bandarra amplificou-se ainda mais.
Ao longo dos séculos, grandes criadores da Língua Portuguesa, como Padre António Vieira e Fernando Pessoa, citaram e escreveram a partir das Trovas de Bandarra. Isabel Almeida guia-nos pela, ainda nebulosa, vida e obra de Bandarra através dos espaços que terá percorrido em vida na sua Trancoso natal.
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Episódio 23

Pintura de Almada Negreiros nas Gares Marítimas de Alcântara e da Rocha Conde de Óbidos
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Dos painéis que em finais dos anos 40 do séc. XX Almada Negreiros fez para a Gare da Rocha Conde de Óbidos, o artista disse ser o seu trabalho de que mais se orgulhava e aquele com que mais se identificava. Polémicas desde que a primeira série de painéis ficou pronta na gare marítima de Alcântara, estas imensas pinturas de Almada começaram por ser encomendadas por Duarte Pacheco, o célebre ministro das Obras Públicas. Mas entre a encomenda a Almada e a obra que Almada entregava muitas vezes ia um... abismo.
O "artista total" é-nos apresentado aqui por Mariana Pinto dos Santos, a curadora de Uma Maneira de Ser Moderno, a exposição antológica sobre Almada Negreiros em 2017 na Fundação Calouste Gulbenkian.
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Episódio 22

Puro Sangue Lusitano e Escola de Arte Equestre
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O mais famoso condutor de carros de cavalos de corrida do Mundo Antigo foi lusitano: Diocles viveu no séc. II d.C. e ainda existe em Roma uma placa gravada que celebra a sua memória. Está hoje provado geneticamente que os cavalos que os romanos encontraram no nosso território há 2200 anos são os antepassados diretos do Puro Sangue Lusitano.
Também a Escola Portuguesa de Arte Equestre é resultado da tradição da unidade entre cavalo e cavaleiro que na Península Ibérica começou a ser cultivada há mais de sete mil anos, tradição que teve desenvolvimentos únicos no mundo.
Da Coudelaria de Alter ao Museu Nacional de Arqueologia, passando pelas instalações da Escola de Arte Equestre, pela Biblioteca Equestre do Palácio Nacional de Queluz e pelo Picadeiro Henrique Calado, na Ajuda, uma visita guiada por três figuras de referência nas suas respetivas áreas: o historiador e arqueólogo Amílcar Guerra, João Costa Ferreira, o coordenador da candidatura da Equitação à Portuguesa a Património Imaterial da Humanidade e João Pedro Rodrigues, o Mestre Picador-Chefe da Escola Portuguesa de Arte Equestre.
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Episódio 21

Casa de Mateus
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Atribuída a Nicolau Nasoni, o italiano que no séc. XVIII marcou a arquitetura do Norte de Portugal com peças como a Igreja e a Torre dos Clérigos, a Casa de Mateus é um edifício magnífico, mas é muito mais do que isso. É a representação de uma família que à décima quarta geração continua a habitar o mesmo lugar próximo de Vila Real, Trás-os-Montes, e continua a impor a sua vocação cultural que se manifestou logo nos fundadores da Casa.
O historiador Hélder Carita e Teresa Albuquerque, que seria a atual morgada da Casa de Mateus (se ainda existissem morgadios), são os nossos guias nesta visita pela Casa de Mateus, a sua arquitetura, os seus conteúdos, os seus notáveis antepassados e o seu singular "espírito".
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Próximos episódios

Episódio 26

Museu da Música Mecânica, Palmela
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Caixas de música, fonogramas e gramofones, de finais do séc. XVIII à primeira metade do séc. XX. Quase todas aptas a funcionar, são centenas de peças que representam as mais variadas tipologias de mecanismos capazes de produzir som e compõem um acervo de excelência em qualquer parte do mundo. Inteiramente privado, este museu abriu as portas em 2016 e conta duas histórias: a do fascínio que as caixas de música sempre provocaram em adultos e crianças e a do espanto que gerou a invenção da gravação - pela primeira vez, era possível ouvir a voz de alguém que não estava fisicamente presente.
Uma visita surpreendente e divertida guiada por Leonor Losa, etnomusicóloga, e por Luís Cangueiro, o colecionador e proprietário do museu.
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Episódio 27

Cinco Igrejas no Chiado, Lisboa
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À distância de um breve passeio, num dos mais carismáticos centros históricos de Lisboa, encontramos: Igreja de São Roque, Igreja do Loreto, Igreja da Encarnação, Basílica dos Mártires, Igreja do Sacramento. Esta concentração excecional tem diversas explicações, uma delas o facto de Lisboa ter sido nobilitada nos inícios do séc. XVIII, pelo Papa Clemente XI, como Patriarcal. Com origens e histórias distintas, estas cinco igrejas têm uma coisa em comum entre si: o terramoto de 1755, que obrigou à reconfiguração de todas elas. Uma emocionante visita guiada por Guilherme d"Oliveira Martins.
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