Estávamos em 1992 quando a notícia rebentou: um adolescente de 15 anos aparecia morto no fundo de uma ravina, na ilha da Madeira.

O principal suspeito deste caso que continha todos os traços de homicídio era Frederico, um padre brasileiro que já havia impressionado outras paróquias com os seus comportamentos bizarros com rapazinhos e meninos. O Padre Frederico, condenado e preso, conseguiu fugir durante uma saída precária. Esta fuga ainda hoje permanece envolta na névoa dos mistérios.

Uma névoa que não afecta Frederico Cunha, que hoje vive sob o sol do Rio de Janeiro, num apartamento de luxo entre Ipanema e Copacabana.

Uma santa vida!