Emitido

2017/03/18

Episódio nº 3

 

Convidados

Vera Roquette;

João Gobern;

Gustavo Cardoso (ISCTE);

Vasco Durão e Nuno Cardoso (Agência Publicidade NOSSA)

 

Texto do Provedor

 

Dedicámos o Voz do Cidadão de hoje a procurar respostas sobre qual vai ser, a curto prazo, o futuro da televisão. Ouvimos os especialistas desenharem vários cenários possíveis. É provável que o impacte e a importância da televisão venha a reduzir-se um pouco mais no próximo futuro. Mas ela manter-se-á como fenómeno de grande relevância social e, para muitos cidadãos, como a principal fonte de informação e de entretenimento.

A multiplicação da oferta e a redução das audiências dos principais canais estão entre os vários fatores que contribuem para a quebra das receitas de publicidade. Com menos fundos disponíveis e cada mais segmentados, a luta pelas audiências torna-se muito feroz. Porém, o Serviço Público de Televisão não pode deixar-se contagiar pela febre das audiências, recorrendo a expedientes fáceis para as obter. Na RTP o desafio da conquista de públicos é, portanto, muito exigente e mais complexo. É preciso captar novas faixas de telespetadores através de programas diferentes dos da concorrência, surpreendendo com imaginação e criatividade.

O Serviço Público de Televisão quer, naturalmente, ter um público fiel e numeroso. Só assim responde à sua missão; só assim consegue evoluir e melhorar. Mas terá de ser sempre e cada vez mais uma oferta televisiva de qualidade, inovadora e atraente, capaz de aliar entretenimento e cultura, conhecimento e diversão. Esta não é uma televisão qualquer. É o Serviço Público de Televisão.

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