Voz do Cidadão

A variedade de suportes de comunicação e de interação entre o público e a RTP é um espelho do que se passa em outros países europeus. Neste capítulo, o teletexto está em muito má forma.

O Voz do Cidadão foi ouvir cada um dos três administrados da RTP sobre os assuntos que mais interessam aos telespetadores e que cabem no âmbito das responsabilidades diretas da administração.

Nunca é demais sublinhar a importância do jornalismo de investigação enquanto fator fundamental do escrutínio público sobre realidades e processos de interesse geral. A sua importância é diretamente proporcional ao rigor infalível que dele se exige, ao escrúpulo deontológico que o deve reger.

A televisão do futuro passa pelas plataformas digitais. Quais são atuais desafios da RTP/Play? Deve ser encarada como mais um canal, ou apenas como um serviço? Que enquadramento legal existe para estes novos “canais de televisão”?

O Provedor volta a chamar a atenção para a necessidade de se introduzirem mecanismos que permitam detetar os erros cometidos, corrigi-los e desencadear a formação necessária para que não voltem a ser ditos ou escritos.

A RTP está de parabéns e quem o diz são os telespectadores. O balanço da organização do maior espetáculo de televisão do mundo, o Festival da Eurovisão produzido e realizado pela RTP é francamente positivo. Mas também houve aspetos criticados.

Toda a gente que teve oportunidade de expor a sua prática, o seu pensamento e as suas opiniões na RTP tem de estar preparado para ser alvo de crítica e de contraditório. Sem enxovalhos, mas com a contundência necessária a não reduzir tudo a brandos costumes

Associações, iniciativas culturais, fundações e modalidades desportivas, entre outras, ganham visibilidade através dos ecrãs da RTP, sem custos, ou a custos reduzidos. Como o conseguem?

Fact checking, fake news, pós-verdade: conceitos de uma nova era da comunicação criada pelas redes sociais. A investigação para apurar se aquilo que foi dito, ou anda a ser dito, corresponde à verdade, a meias verdades, ou é totalmente falso ganha uma crescente atualidade. E a RTP?

Não é muito frequente os telespetadores interpelarem o Provedor com críticas a propósito da informação da televisão pública no campo da política. Mas isso não significa que a isenção, a imparcialidade, a independência e o pluralismo da informação não sejam aspetos relevantes.