Convencido, divertido e prático, acha que o seu trabalho como taxista é apenas temporário.

É considerado um bom colega, descontraído e divertido. Usa regularmente o seu charme muito próprio para suavizar a tirania de Regina, a sargentona responsável pela central de táxis. Entre as suas idiossincrasias destaca-se o seu peculiar uso do português. Neste momento, Paulo dedica-se a gerir a carreira artística de Tatiana. Tendo ido para o Brasil com a promessa de agenciar grandes concertos, Paulo não teve sorte.

No entanto, Paulo é um fura-vidas e consegue ter uma sequência de empregos improváveis para sobreviver. Ao regressar a Portugal com pouco mais do que histórias para contar, Paulo irá ter de lutar pelo seu lugar de volta, quer no coração de Tatiana quer na própria central. É que, enquanto Paulo esteve fora, o seu grande rival na vida, o primo Nelo, aproveitou para o substituir.

De bigode e com um ar pomposo, Paulo procura apresentar-se mais como um empresário do que como um taxista. É habitual aparecer com um auricular, a resolver problemas de “negócios”. Dedicado, intenso, absorvente, descontraído e imaturo. É preocupado com o sucesso de Tatiana.