Arnaldo esteve presente no dia do incêndio da suinicultura e desde aí que não consegue descolar-se de uma porquinha muito simpática a quem deu o nome de Michelle.

A Michelle faz-me lembrar uma namorada minha, de França, comentou com os futuros companheiros bombeiros.

Os colegas não olham para a leitoa com os mesmos olhos do apaixonado Arnaldo e imaginam-na à Bairrada ou com batatinhas à volta.

Será que Michelle sobrevive à fome de Rui e Evelina.