Ao entrar no escritório de Romão, Gil recorda-se do momento do crime. Romão entra e depara-se com Gil estático, a olhar para o chão. O empregado confessa que, cada vez que ali entra, se lembra daquela noite.

O empresário desdramatiza e diz-lhe que o assunto está encerrado: Luís foi constituído arguido e está com pulseira eletrónica.