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Episódio 13

  • A emitir em 2019-09-20
  • na RTP1
Eça, no seu quarto, recebe o General Bidwell que quer saber se já recuperou do acidente sofrido junto ao Hotel e se já pensou na questão do casamento com Mollie. Eça diz-lhe que não é uma decisão que se possa tomar subitamente, mas que em breve irá aos Estados Unidos para os visitar.
Sanchez pergunta a Paco sobre Torradellas. Entra Bidwell que lhe diz estar de regresso à América e que se ele não pagar a dívida, vai exigir ao Governador que o prenda.
Mollie chorosa faz as malas, rememorando os momentos intensos passados com Eça.
Sanchez diz ao Governador que Eça vai jantar em casa da sua irmã e sugere que é a ocasião indicada para se dar uma valente lição ao Cônsul português. E, em vão, tenta receber dinheiro por esta ideia.
Bidwell aguarda Sanchez na taberna de Paco. Sanchez entra e diz-lhe que conheceu um americano que lhe falou dos seus negócios sujos. Quando mostra o cartão de visita desse homem, Bidwell fica muito perturbado. Troco o meu silêncio pelo esquecimento da dívida, diz Sanchez. Bidwell sai furioso.
O Governador chama Don Zulueta que diz a Don Tomásio para que os seus homens preparam uma armadilha a Eça.
A caminho de casa de D. Antónia, vemos que Eça é seguido por um misterioso cavaleiro.
Os dois capangas de Don Tomásio mandam parar a carruagem. Eça protesta e leva uma coronhada. Soam dois tiros. Os assaltantes caem, mortos. O cavaleiro aproxima-se e diz-lhe que vem a mando dos Irmãos de Torradellas. Para sua surpresa trata-se do criado que o servia e a Batalha Reis na esplanada em Lisboa.
Um mês depois Eça irá partir para Nova Iorque.
Portugal, em 1990. Na Casa de Tormes, na Fundação Eça de Queiroz, entra uma senhora de traços orientais, que chama o diretor para oferecer uma velha fotografia. Nela vemos Eça e Lô, a sua avó.
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Episódio 13

  • Emitido em 2019-09-20
  • na RTP1
Eça, no seu quarto, recebe o General Bidwell que quer saber se já recuperou do acidente sofrido junto ao Hotel e se já pensou na questão do casamento com Mollie. Eça diz-lhe que não é uma decisão que se possa tomar subitamente, mas que em breve irá aos Estados Unidos para os visitar.
Sanchez pergunta a Paco sobre Torradellas. Entra Bidwell que lhe diz estar de regresso à América e que se ele não pagar a dívida, vai exigir ao Governador que o prenda.
Mollie chorosa faz as malas, rememorando os momentos intensos passados com Eça.
Sanchez diz ao Governador que Eça vai jantar em casa da sua irmã e sugere que é a ocasião indicada para se dar uma valente lição ao Cônsul português. E, em vão, tenta receber dinheiro por esta ideia.
Bidwell aguarda Sanchez na taberna de Paco. Sanchez entra e diz-lhe que conheceu um americano que lhe falou dos seus negócios sujos. Quando mostra o cartão de visita desse homem, Bidwell fica muito perturbado. Troco o meu silêncio pelo esquecimento da dívida, diz Sanchez. Bidwell sai furioso.
O Governador chama Don Zulueta que diz a Don Tomásio para que os seus homens preparam uma armadilha a Eça.
A caminho de casa de D. Antónia, vemos que Eça é seguido por um misterioso cavaleiro.
Os dois capangas de Don Tomásio mandam parar a carruagem. Eça protesta e leva uma coronhada. Soam dois tiros. Os assaltantes caem, mortos. O cavaleiro aproxima-se e diz-lhe que vem a mando dos Irmãos de Torradellas. Para sua surpresa trata-se do criado que o servia e a Batalha Reis na esplanada em Lisboa.
Um mês depois Eça irá partir para Nova Iorque.
Portugal, em 1990. Na Casa de Tormes, na Fundação Eça de Queiroz, entra uma senhora de traços orientais, que chama o diretor para oferecer uma velha fotografia. Nela vemos Eça e Lô, a sua avó.
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Episódio 12

  • Emitido em 2019-09-13
  • na RTP1
No seu quarto do hotel, Eça encontra uma carta de Anna Cannover lançada por debaixo da porta. Mas, para sua desilusão, aparece Esteves e a urgência de uma chamada ao Palácio do Governador. Eça deixa a leitura da carta para mais tarde.
O Governador encarrega Óscar de descobrir como é que foi possível a fuga do Castellano da prisão e dá ordens para que Don Tomásio siga o Cônsul português e que Sanchez Morales siga os movimentos de Torradellas, dando-lhe algum dinheiro para despesas.
Eça apresenta-se ao Governador que lhe fala da fuga de Castellano e da questão da chinesinha Lô.
No Alfarrabista Eça encontra Anna e diz-lhe que ainda não teve tempo de ler a sua carta. Anna, provocante, oferece-se para lha ler à noite, no hotel.
D. Antónia e Torradellas resolvem juntar os amigos num jantar para anunciarem o casamento, sendo Eça um dos primeiros convidados.
No consulado, português Eça escreve ao Ministro dos Negócios Estrangeiros Andrade Corvo quando Esteves o interrompe e anuncia que um criado do hotel veio dizer que o general Bidwell se sentiu mal e pediu para chamar o senhor Cônsul com quem precisa de falar urgentemente.
No quarto de hotel o general Bidwell pergunta ao Cônsul português se já pôs a questão do eventual casamento com Mollie. Uma vez que teve um ataque de coração e vai regressar à América quer tomar decisões sobre o futuro da filha e também quanto à gestão das propriedades, das fábricas e dos negócios. Eça diz-lhe que o casamento não é uma decisão que se possa tomar assim de um de um momento para outro.
No Consulado, Eça recebe Torradellas que lhe anuncia o casamento com D. Antónia e a intenção de adoptarem Lô.
Na sequência do convite de Eça a Anna Conover para jantarem fora, Eça e Anna regressam de noite ao hotel. Anna diz-lhe que partilha o seu quarto com uma amiga, Lígia. Eça convida-a para ir ao seu quarto para lhe emprestar o livro de que tinham falado ao jantar. Entram, e Anna entrega-se a Eça num beijo apaixonado.
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Episódio 11

  • Emitido em 2019-09-06
  • na RTP1
Torradellas, em casa de D. Antónia, recebe o Irmão Voltaire que lhe pergunta qual o preço pelo qual terá vendido a sua libertação. Torradellas, furioso, diz-lhe que lhe vai explicar tudo e que espera que ele lhe peça desculpa por essa suspeição.
Sanchez Morales vai ter com Óscar a pedir o dinheiro, visto que disse onde estava escondida Lô. Óscar recorda-lhe que o Cônsul português tinha provado que ela era portuguesa e corre com Sanchez.
A Madre Superiora vai ao Consulado e leva a Eça de Queiroz a notícia da prisão de Castellano, por ter ido ajudar na defesa de Lô e interpela-o como será possível tirar o marinheiro da prisão.
No Hotel, o pai e a mãe de Mollie falam sobre o futuro da filha. Falam de Eça e de um possível casamento e sobre a fortuna que Mollie um dia herdará.
Anna Cannover procura Eça no Consulado e aí começa um jogo de sedução, que continua num encontro fortuito com o nosso Cônsul no Alfarrabista e, mais tarde, com insistentes recados que Anna deixa na recepção do Hotel.
Eça vai dar a D. Antónia e a Torradellas a notícia da prisão de Castellhano.
Juan sempre disposto a inventar um estratagema, diz que tem uma ideia. Talvez um padre possa ajudar. À noite, através das grades da janela da cela onde está Castellano, Juan diz-lhe que tem um plano para o tirar dali. Ele deve dizer estar à morte e com muitas dores. Tem de pedir ao carcereiro que chame um padre. Que chame o padre Travón, dizendo que é o seu confessor.
Mais tarde o padre Travón, aproveitando a bebedeira do carcereiro, troca de roupa com o Castelhano, que sai da prisão disfarçado de padre, ficando o padre vestido com a roupa do marinheiro, de pés e mãos atadas e amordaçado.
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Episódio 10

  • Emitido em 2019-08-30
  • na RTP1
Depois de ter estado à conversa com Eça de Queiroz num Café de Havana e após este lhe ter dado para ler um poema do seu amigo Antero, Torradellas é abordado por dois homens que lhe dão ordem de prisão.
No Hotel Eça é informado pelo rececionista que Anna Conover perguntou por ele. Eça diz que ela já tinha ido ao Consulado. Mollie, que entretanto ouvira a conversa, faz uma pequena cena de ciúmes.
Na polícia, Torradellas é agredido. Querem saber quem passou as informações sobre a existência de escravatura de chineses em Cuba, que chegou aos jornais ingleses.
Sanchez Morales diz entretanto à irmã que Torradellas foi preso. Esta, incrédula, diz que vai falar com o Governador.
O Governador recebe Eça, queixa-se dele manter relações com inimigos do regime e aconselha-o a deixar a questão dos chineses para o governo.
O Governador autoriza D. Antónia a visitar Torradellas na prisão e pede-lhe que lhe diga que se ele não falar é ela que poderá pagar caro.
No Alfarrabista, Eça encontra-se com o Irmão Voltaire que lhe pede ajuda para libertar Torradellas.
Na prisão, D. Antónia aflige-se com as nódoas negras que cobrem o rosto de Torradellas. Este apercebe-se que há alguém do outro lado da porta a ouvir a conversa. Faz um sinal a D. Antónia e diz em voz alta que quem passou as informações aos jornais ingleses foi um comerciante inglês que já saiu de Cuba.
D. Antónia volta a falar com o Governador que, pouco convencido, acaba por mandar libertá-lo. Irritando-se entretanto com Sanchez Morales, que acusa de esbanjar o dinheiro da irmã, o Governador dá ordens para que vá a trabalhar na moagem do governo, para assim pagar a dívida de jogo que tem com a filha do General Bidwell.
Entretanto, Anna Conover fala com Lígia e revela alguma curiosidade, senão interesse, em Eça de Queiroz.
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Episódio 9

  • Emitido em 2019-08-23
  • na RTP1
Fora de horas, Eça de Queiroz chama Esteves ao consulado para elaborar o documento que irá identificar a chinesinha Lô como cidadã portuguesa.
Três homens que chegam à noite à quinta de D. Antónia são confundidos com homens de Don Zulueta. Afinal é Torradellas acompanhado de dois Irmãos, que vêm para ajudar na defesa de Lô.
Mollie continua o desenho do nu. Eça diz-lhe ter ciúmes do espelho, que assim a vê.
Torradellas diz a D. Antónia que foi Sanchez que deu aos homens de Don Zulueta a informação que Lô estava ali escondida, na expectativa de receber dinheiro.
Castellano chega entretanto do mar e vai ao convento para rever Lô. A Madre Superiora diz-lhe onde ela está escondida e ele corre para lá para ajudar à sua protecção.
A Madre Superiora manda uma freira ir de manhã cedo ao hotel pedir a Eça que venha ao convento. Mas os empregados verificam que Eça não dormiu no seu quarto. Ao aproximar-se da receção e ouvindo a conversa, o General Bidwell, sugere discretamente que vão perguntar à filha pelo Cônsul português.
No Convento Eça convida a Madre Superiora a ir com ele à quinta de D. Antónia.
Mollie, irritada, pergunta ao pai quem é que disse que Eça estava no seu quarto. O general Bidwell tenta disfarçar.
Os homens de Don Zulueta obrigam Sanchez Morales a acompanhá-los à quinta da irmã. Exigem a entrega da chinesinha. Também armados e fazendo-lhes frente estão Torradellas e os seus Irmãos. D. Antónia fica escandalizada com Sanchez.
Eça afirma-lhes que Lô não é chinesa e mostra-lhes os papéis que certificam a sua nacionalidade portuguesa (com o nome que Eça lhe atribuiu).
Mais tarde Eça recebe no Consulado uma senhora de nome Anna Conover, que procura o marido desaparecido (de origem portuguesa) e que virá a envolver-se com o nosso Cônsul.
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