Sinopses

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Episódio 16

Tempo do Sorriso (1755/2016)
  • Emitido em 2017-04-17
  • na RTP1
Salvador está furioso. O maior segredo da humanidade acabou de ser revelado. Um segredo que apenas uns poucos escolhidos no Ministério do Tempo conheciam: o motivo do sorriso da Mona Lisa, o famoso quadro de Leonardo Da Vinci. E para piorar as coisas, é fim de semana. A maior parte dos funcionários do Ministério do Tempo está de folga. Incluindo Amélia, Tiago e Afonso. Sem outra alternativa, Salvador manda Irene e Nuno Gonçalves para investigar o que se passa no Paço da Ribeira, a 30 de outubro de 1755, dois dias antes do terramoto que destruiu Lisboa.
Nuno Gonçalves entusiasma-se com a missão. Afinal, grande parte da sua obra está no Paço da Ribeira. Nuno Gonçalves vê nesta missão uma hipótese de o salvar e acabar, de uma por todas, com as dúvidas que há no século XXI sobre a sua existência. Salvador e Irene proíbem-no terminantemente de salvar um quadro que seja.
Ao chegarem a 1755, Nuno Gonçalves e Irene apresentam-se à Rainha D. Mariana como um casal recém-chegado do Brasil, com interesse em adquirir um título nobiliárquico. Para que tal aconteça, querem presentear o rei com obras perdidas do famoso pintor, Nuno Gonçalves. D. Mariana, agradada com as oferendas, convida-os a dormir no Paço da Ribeira.
Nessa noite, Irene e Nuno Gonçalves investigam os corredores do Paço da Ribeira. De repente, um gás soporífero é lançado. Irene e Nuno Gonçalves adormecem profundamente...
...e acordam, na manhã seguinte, sem saberem o que se passou. Depois de um rápido exame às obras de arte expostas no Paço da Ribeira, percebem que alguém trocou os originais por falsificações baratas. Estão perante o roubo perfeito. Como o Paço da Ribeira vai ser destruído dentro de dois dias, nunca ninguém vai saber do roubo.
Irene pede reforços a Salvador. Este tenta convocar Amélia, Afonso e Tiago. Mas a patrulha está indisponível. Amélia tem um casamento de uma prima. Tiago quer arranjar casa nova e Afonso tem planos com Cristina. Sem outro remédio, Salvador convoca Camões. Este não podia estar mais feliz por partir em mais uma missão.
Camões chega a 1755. Nessa noite, ele e Amélia, já munidos de máscaras antigás, patrulham os corredores do Paço da Ribeira. Descobrem que os assaltantes são operacionais da Companhia. E a liderá-los estão, nem mais nem menos, do que Mafalda Torres e Bennet.
Camões consegue capturar Bennet mas este não se rende com vida. Mafalda Torres consegue escapar...
...apenas para aparecer no gabinete de Salvador. Com uma proposta que o Secretário-geral do Ministério nunca esperou ouvir.
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Episódio 15

Tempo de Valentes (1975/2016)
  • Emitido em 2017-04-10
  • na RTP1
Timor. 6 de setembro de 1975. As tropas indonésias lançam os seus primeiros ataques ao território de Timor. Por todo o lado repetem-se escaramuças entre os invasores e os guerrilheiros da Fretilin. Os mortos e feridos amontoam-se. Um enfermeiro branco é ferido e quase morre ao tentar salvar um guerrilheiro. É Tiago.
Em 2016, o Ministério do Tempo prepara-se para uma das suas mais difíceis missões de sempre: uma auditoria externa. Amélia é encarregue de pesadas e chatas tarefas burocráticas. Pacino e Afonso recebem uma missão mais interessante: inventariar algumas das portas do tempo das quais ainda não se conhece o destino.
Em 1975, Tiago está num hospital de campanha. Está ferido. À sua volta vê companheiros e amigos a morrer. Uns atrás dos outros.
Afonso vai a caminho de casa quando se depara com uma manifestação. Ao olhar para a líder dos protestos, tem o choque da sua vida. Não quer acreditar, mas a mulher que empenha o megafone é igualzinha à sua mulher, Elena, que ele foi obrigado a abandonar no séc. XVI. Quando a polícia chega para desbaratar a manifestação e prende Elena, Afonso não resiste e intervém da única maneira que sabe: distribuindo bofetadas aos agentes da lei. Como consequência, é preso.
Amélia espera e desespera por Tiago... E agora também Afonso desapareceu. Sente que apenas tem Pacino. Este continua de volta dela. Cada vez mais interessado na bela chefe de patrulha.
Em Timor, Tiago começa a recuperar dos ferimentos. Já consegue realizar as suas tarefas de enfermeiro. Mas a situação que o seu grupo de guerrilheiros vive é cada vez mais desesperada. Cheio de saudades, Tiago tenta telefonar a Amélia...
...que não atende, pois está a jantar com Pacino.
No dia seguinte, Amélia vê a chamada não atendida. Quando liga de volta, recebe um estranho aviso: "O número que ligou está fora de território nacional". Intrigada, Amélia conta o que se está a passar a Irene.
Salvador dá uma descompostura a Afonso. Não admite que um dos seus agentes se envolva em lutas com a autoridade e acabe por ser detido. Amélia e Pacino tentam defender o amigo, mas Salvador mostra-se implacável. O castigo vai ser severo. Manda Amélia e Pacino embora...
...e revela a Afonso a verdadeira razão do "castigo". Irene conseguiu localizar Afonso. Está em Timor, em plena invasão indonésia. Afonso recebe a missão de ir salvar o amigo.
Timor, 1975. A situação é desesperada. Do grupo inicial são poucos os sobreviventes. E os mantimentos escasseiam. Tiago está resolvido a morrer com os seus companheiros de luta.
Amélia sente-se vulnerável e abandonada. Acaba por se apoiar em Pacino. Este, sentindo-se muito atraído pela jovem, não resiste a beijá-la novamente. E desta vez Amélia corresponde.
Em 1975, Afonso consegue convencer Tiago a voltar... Isto, se conseguirem sair de Timor com vida.
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Episódio 14

Tempo de Magia (1924 e 2016)
  • Emitido em 2017-04-03
  • na RTP1
Amélia, no seu desespero para reencontrar Tiago, recorre a sessões de espiritismo. Mas tudo o que consegue saber, é que um misterioso mágico se vai cruzar na sua vida.
Salvador convoca a patrulha para mais uma missão. Há fortes suspeitas que um agente do Ministério, a trabalhar no ano de 1924, está prestes a oferecer os seus serviços ao FBI. Esse agente, Joaquim de Sena, é conhecido por uma particularidade difícil de acreditar: possui visão de raio x.
Amélia e Afonso têm que investigar o caso e, se as suspeitas forem verdadeiras, impedir a traição. Pacino é impedido de ir na missão, pois o agente Joaquim conhece-o, já que lhe deu treino aquando da sua entrada para o Ministério do Tempo. Mais uma vez, Amélia e Afonso recebem o reforço de Camões.
Amélia, Camões e Afonso partem para Lisboa, no ano de 1924. Vão assistir a uma sessão de espiritismo organizada pelo pai de Joaquim, Adolfo. Ao chegarem ao local da sessão, deparam-se com uma charlatã. Camões, usando todo o seu lado teatral, põe a descoberto toda a verdade sobre a falsa vidente e assim ganhar a confiança de Joaquim e Adolfo. Em conversa, Joaquim revela que está de partida para Nova Iorque. Vai encontrar-se com o grande Houdini. Amélia, arguta, diz que eles também estão de partida para a grande metrópole.
A patrulha regressa ao Ministério do Tempo, e a 2016, para preparar a viagem aos Estados Unidos. Quando estão a regressar às portas do Tempo, Amélia sofre um pequeno acidente que a impede de ir na missão. Afonso e Camões não têm outro remédio se não ir sozinhos.
Ao chegarem a Nova Iorque, Camões instala-se no mesmo hotel de Joaquim. O objetivo é vigiá-lo de perto. Afonso fica encarregue da segurança e da logística.
Afonso e Camões estão tão concentrados em Joaquim que não reparam que Mafalda Torres está em Nova Iorque. Acompanhada pelos membros mais perigosos da Companhia: Ferguson e Bennet. O objetivo da Companhia é simples. Impedir, a todo o custo, que o FBI saiba da possibilidade de viajar no tempo.
Joaquim encontra-se em segredo com J. Edgar Houver, num bar clandestino. Ou pelo menos assim o pensa pois, quando menos espera, Camões surpreende-o. Joaquim, confiando em Camões e nos poderes mágicos que este alega ter, conta o seu plano. Quer revelar ao FBI a existência das portas do tempo.
Camões e Afonso sabem que têm que impedir Joaquim de trair o Ministério do Tempo. Planeiam raptá-lo. Mas a Companhia tem outros planos. Sem o saberem, Afonso e Camões têm a sua vida nas mãos daquela que pensam ser a sua maior inimiga: Mafalda Torres.
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Episódio 13

Um Vírus do Outro Tempo (1918 e 2016)
  • Emitido em 2017-03-27
  • na RTP1
Lisboa, 1918. Irene está numa missão muito simples. Impedir que Beatriz Costa, ainda criança, perca a voz. É bem-sucedida. Mas uma perigosa epidemia assola Portugal nesse ano. São milhares os infetados e os mortos. E Irene percebe, ainda antes de voltar a 2016, que está infetada. O mais provável é morrer sem poder voltar ao presente.
Em 2016, Susana não se conforma ao receber a notícia de que a sua namorada está presa em 1918, durante a mais mortífera epidemia do século XX. Contrariando os conselhos de todos os que a rodeiam, ordena que Irene seja trazida para o século XXI. Mesmo que ao fazê-lo esteja a correr o risco de infetar o mundo moderno com um perigoso vírus para o qual nunca se encontrou cura.
Os médicos do Ministério do Tempo confirmam rapidamente a doença. Trata-se da gripe espanhola. Apesar dos esforços de Susana e da equipa médica, Irene não melhora... E a infeção espalha-se pelo Ministério do Tempo. É decretada uma quarentena. E o número de doentes começa a aumentar exponencialmente. Nuno Gonçalves fica doente. Assim como Camões e Afonso. Os três ficam à beira da morte.
Susana apenas consegue pensar em Irene. Ernesto não lhe perdoa. Secretamente, informa Salvador do que se está a passar.
Entretanto, Pacino descobre que o médico do Ministério do Tempo está a aproveitar a vinda do vírus para o século XX de uma forma terrível.
Amélia tenta ajudar os doentes. Assim como Maria dos Prazeres, que pouco pode fazer, enquanto vê as pessoas de quem gosta agonizar.
Tal como no passado, a gripe espanhola vai causar vítimas no século XXI. Afonso, Irene, Pessoa e outros funcionários do Ministério que estão doentes sabem que a taxa de mortalidade é grande... E que mesmo nos dias de hoje, não há cura conhecida.
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Episódio 12

Tempo do Mosteiro (1807 e 2016)
  • Emitido em 2017-03-20
  • na RTP1
Elvas, Natal de 1807. A irmã Maria de Santa Teresinha, superiora de uma congregação forçada pelos franceses a prestar auxilio às suas tropas durante as invasões, recebe a notícia de que Napoleão Bonaparte vai visitar o Forte da Graça. A religiosa não aguenta o choque e cai fulminada por um ataque cardíaco.
Lisboa, 2016. Salvador convoca a patrulha. Amélia, Pacino e Afonso são informados dos graves acontecimentos que se desenrolam em Elvas, em 1808. Ao contrário do que afirmam os historiadores, o Ministério do Tempo sempre soube de uma curta e secreta visita de Napoleão a Elvas, com o objetivo de supervisionar os avanços do general Soldano. Esta visita esquecida pela história tem uma importância fundamental para o Portugal que conhecemos hoje. Foi durante a consoada de 1807 que a irmã Maria de Santa Teresinha convenceu Napoleão a indultar três prisioneiros portugueses, condenados por espionagem e condenados à morte. Um deles, Rodolfo Maia, é antepassado direto do Capitão Salgueiro Maia, um dos heróis do 25 de Abril.
Pacino, que viveu a revolução dos cravos, percebe a importância desta missão e quer partir de imediato. Mas primeiro precisam de alguém que possa substituir a irmã Maria de Santa Teresinha. A escolha recaí sobre Maria dos Prazeres que, assim, vai pela primeira vez em missão.
Amélia, Pacino e Maria dos Prazeres chegam a Elvas, em 1807. O primeiro francês com quem se cruzam é o Marechal Ney, que chegou ao forte pouco antes de Napoleão, para preparar a chegada do Imperador. Pacino trava conhecimento com o militar e fica, desde logo, surpreendido com a maneira como é tratado pelo francês. Maria dos Prazeres não tem papas na língua. Odeia os exércitos napoleónicos. Começa por discutir com Ney. E, assim que vê Napoleão, desentende-se com ele. De repente, não só o salvamento de Rodolfo Maia parece impossível, como a própria vida de Maria dos Prazeres está em risco.
Salvador manda Afonso em socorro dos amigos.
Em 2016 outros planos entram em execução. Irene e Susana Meireles sentem que a sua hora chegou. Mas para isso, têm que se livrar de Salvador.
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