Sinopses

Próximos episódios

Episódio 14

Tempo de Magia (1924 e 2016)
  • A emitir em 2017-04-03
  • na RTP1
Amélia, no seu desespero para reencontrar Tiago, recorre a sessões de espiritismo. Mas tudo o que consegue saber, é que um misterioso mágico se vai cruzar na sua vida.
Salvador convoca a patrulha para mais uma missão. Há fortes suspeitas que um agente do Ministério, a trabalhar no ano de 1924, está prestes a oferecer os seus serviços ao FBI. Esse agente, Joaquim de Sena, é conhecido por uma particularidade difícil de acreditar: possui visão de raio x.
Amélia e Afonso têm que investigar o caso e, se as suspeitas forem verdadeiras, impedir a traição. Pacino é impedido de ir na missão, pois o agente Joaquim conhece-o, já que lhe deu treino aquando da sua entrada para o Ministério do Tempo. Mais uma vez, Amélia e Afonso recebem o reforço de Camões.
Amélia, Camões e Afonso partem para Lisboa, no ano de 1924. Vão assistir a uma sessão de espiritismo organizada pelo pai de Joaquim, Adolfo. Ao chegarem ao local da sessão, deparam-se com uma charlatã. Camões, usando todo o seu lado teatral, põe a descoberto toda a verdade sobre a falsa vidente e assim ganhar a confiança de Joaquim e Adolfo. Em conversa, Joaquim revela que está de partida para Nova Iorque. Vai encontrar-se com o grande Houdini. Amélia, arguta, diz que eles também estão de partida para a grande metrópole.
A patrulha regressa ao Ministério do Tempo, e a 2016, para preparar a viagem aos Estados Unidos. Quando estão a regressar às portas do Tempo, Amélia sofre um pequeno acidente que a impede de ir na missão. Afonso e Camões não têm outro remédio se não ir sozinhos.
Ao chegarem a Nova Iorque, Camões instala-se no mesmo hotel de Joaquim. O objetivo é vigiá-lo de perto. Afonso fica encarregue da segurança e da logística.
Afonso e Camões estão tão concentrados em Joaquim que não reparam que Mafalda Torres está em Nova Iorque. Acompanhada pelos membros mais perigosos da Companhia: Ferguson e Bennet. O objetivo da Companhia é simples. Impedir, a todo o custo, que o FBI saiba da possibilidade de viajar no tempo.
Joaquim encontra-se em segredo com J. Edgar Houver, num bar clandestino. Ou pelo menos assim o pensa pois, quando menos espera, Camões surpreende-o. Joaquim, confiando em Camões e nos poderes mágicos que este alega ter, conta o seu plano. Quer revelar ao FBI a existência das portas do tempo.
Camões e Afonso sabem que têm que impedir Joaquim de trair o Ministério do Tempo. Planeiam raptá-lo. Mas a Companhia tem outros planos. Sem o saberem, Afonso e Camões têm a sua vida nas mãos daquela que pensam ser a sua maior inimiga: Mafalda Torres.
Ler mais >

Episódio 15

Tempo de Valentes (1975/2016)
  • A emitir em 2017-04-10
  • na RTP1
Timor. 6 de setembro de 1975. As tropas indonésias lançam os seus primeiros ataques ao território de Timor. Por todo o lado repetem-se escaramuças entre os invasores e os guerrilheiros da Fretilin. Os mortos e feridos amontoam-se. Um enfermeiro branco é ferido e quase morre ao tentar salvar um guerrilheiro. É Tiago.
Em 2016, o Ministério do Tempo prepara-se para uma das suas mais difíceis missões de sempre: uma auditoria externa. Amélia é encarregue de pesadas e chatas tarefas burocráticas. Pacino e Afonso recebem uma missão mais interessante: inventariar algumas das portas do tempo das quais ainda não se conhece o destino.
Em 1975, Tiago está num hospital de campanha. Está ferido. À sua volta vê companheiros e amigos a morrer. Uns atrás dos outros.
Afonso vai a caminho de casa quando se depara com uma manifestação. Ao olhar para a líder dos protestos, tem o choque da sua vida. Não quer acreditar, mas a mulher que empenha o megafone é igualzinha à sua mulher, Elena, que ele foi obrigado a abandonar no séc. XVI. Quando a polícia chega para desbaratar a manifestação e prende Elena, Afonso não resiste e intervém da única maneira que sabe: distribuindo bofetadas aos agentes da lei. Como consequência, é preso.
Amélia espera e desespera por Tiago... E agora também Afonso desapareceu. Sente que apenas tem Pacino. Este continua de volta dela. Cada vez mais interessado na bela chefe de patrulha.
Em Timor, Tiago começa a recuperar dos ferimentos. Já consegue realizar as suas tarefas de enfermeiro. Mas a situação que o seu grupo de guerrilheiros vive é cada vez mais desesperada. Cheio de saudades, Tiago tenta telefonar a Amélia...
...que não atende, pois está a jantar com Pacino.
No dia seguinte, Amélia vê a chamada não atendida. Quando liga de volta, recebe um estranho aviso: "O número que ligou está fora de território nacional". Intrigada, Amélia conta o que se está a passar a Irene.
Salvador dá uma descompostura a Afonso. Não admite que um dos seus agentes se envolva em lutas com a autoridade e acabe por ser detido. Amélia e Pacino tentam defender o amigo, mas Salvador mostra-se implacável. O castigo vai ser severo. Manda Amélia e Pacino embora...
...e revela a Afonso a verdadeira razão do "castigo". Irene conseguiu localizar Afonso. Está em Timor, em plena invasão indonésia. Afonso recebe a missão de ir salvar o amigo.
Timor, 1975. A situação é desesperada. Do grupo inicial são poucos os sobreviventes. E os mantimentos escasseiam. Tiago está resolvido a morrer com os seus companheiros de luta.
Amélia sente-se vulnerável e abandonada. Acaba por se apoiar em Pacino. Este, sentindo-se muito atraído pela jovem, não resiste a beijá-la novamente. E desta vez Amélia corresponde.
Em 1975, Afonso consegue convencer Tiago a voltar... Isto, se conseguirem sair de Timor com vida.
Ler mais >

Episódios anteriores

Episódio 13

Um Vírus do Outro Tempo (1918 e 2016)
  • Emitido em 2017-03-27
  • na RTP1
Lisboa, 1918. Irene está numa missão muito simples. Impedir que Beatriz Costa, ainda criança, perca a voz. É bem-sucedida. Mas uma perigosa epidemia assola Portugal nesse ano. São milhares os infetados e os mortos. E Irene percebe, ainda antes de voltar a 2016, que está infetada. O mais provável é morrer sem poder voltar ao presente.
Em 2016, Susana não se conforma ao receber a notícia de que a sua namorada está presa em 1918, durante a mais mortífera epidemia do século XX. Contrariando os conselhos de todos os que a rodeiam, ordena que Irene seja trazida para o século XXI. Mesmo que ao fazê-lo esteja a correr o risco de infetar o mundo moderno com um perigoso vírus para o qual nunca se encontrou cura.
Os médicos do Ministério do Tempo confirmam rapidamente a doença. Trata-se da gripe espanhola. Apesar dos esforços de Susana e da equipa médica, Irene não melhora... E a infeção espalha-se pelo Ministério do Tempo. É decretada uma quarentena. E o número de doentes começa a aumentar exponencialmente. Nuno Gonçalves fica doente. Assim como Camões e Afonso. Os três ficam à beira da morte.
Susana apenas consegue pensar em Irene. Ernesto não lhe perdoa. Secretamente, informa Salvador do que se está a passar.
Entretanto, Pacino descobre que o médico do Ministério do Tempo está a aproveitar a vinda do vírus para o século XX de uma forma terrível.
Amélia tenta ajudar os doentes. Assim como Maria dos Prazeres, que pouco pode fazer, enquanto vê as pessoas de quem gosta agonizar.
Tal como no passado, a gripe espanhola vai causar vítimas no século XXI. Afonso, Irene, Pessoa e outros funcionários do Ministério que estão doentes sabem que a taxa de mortalidade é grande... E que mesmo nos dias de hoje, não há cura conhecida.
Ler mais >

Episódio 12

Tempo do Mosteiro (1807 e 2016)
  • Emitido em 2017-03-20
  • na RTP1
Elvas, Natal de 1807. A irmã Maria de Santa Teresinha, superiora de uma congregação forçada pelos franceses a prestar auxilio às suas tropas durante as invasões, recebe a notícia de que Napoleão Bonaparte vai visitar o Forte da Graça. A religiosa não aguenta o choque e cai fulminada por um ataque cardíaco.
Lisboa, 2016. Salvador convoca a patrulha. Amélia, Pacino e Afonso são informados dos graves acontecimentos que se desenrolam em Elvas, em 1808. Ao contrário do que afirmam os historiadores, o Ministério do Tempo sempre soube de uma curta e secreta visita de Napoleão a Elvas, com o objetivo de supervisionar os avanços do general Soldano. Esta visita esquecida pela história tem uma importância fundamental para o Portugal que conhecemos hoje. Foi durante a consoada de 1807 que a irmã Maria de Santa Teresinha convenceu Napoleão a indultar três prisioneiros portugueses, condenados por espionagem e condenados à morte. Um deles, Rodolfo Maia, é antepassado direto do Capitão Salgueiro Maia, um dos heróis do 25 de Abril.
Pacino, que viveu a revolução dos cravos, percebe a importância desta missão e quer partir de imediato. Mas primeiro precisam de alguém que possa substituir a irmã Maria de Santa Teresinha. A escolha recaí sobre Maria dos Prazeres que, assim, vai pela primeira vez em missão.
Amélia, Pacino e Maria dos Prazeres chegam a Elvas, em 1807. O primeiro francês com quem se cruzam é o Marechal Ney, que chegou ao forte pouco antes de Napoleão, para preparar a chegada do Imperador. Pacino trava conhecimento com o militar e fica, desde logo, surpreendido com a maneira como é tratado pelo francês. Maria dos Prazeres não tem papas na língua. Odeia os exércitos napoleónicos. Começa por discutir com Ney. E, assim que vê Napoleão, desentende-se com ele. De repente, não só o salvamento de Rodolfo Maia parece impossível, como a própria vida de Maria dos Prazeres está em risco.
Salvador manda Afonso em socorro dos amigos.
Em 2016 outros planos entram em execução. Irene e Susana Meireles sentem que a sua hora chegou. Mas para isso, têm que se livrar de Salvador.
Ler mais >

Episódio 11

Tempo dos Maias (viajamos pelos anos de 1887 e 2016)
  • Emitido em 2017-03-13
  • na RTP1
Lisboa, 1887. A tinta da última página de "Os Maias" ainda não secou e já Eça de Queiroz recebe uma oferta irrecusável. Uns editores ingleses querem comprar o seu manuscrito. E por uma quantia tal que Eça de Queiroz vai poder finalmente realizar o seu sonho mais secreto: tornar-se dramaturgo e encenador de teatro. Sem saber que o homem que tem à sua frente é Wallcott, um agente da misteriosa Companhia, Eça de Queiroz aceita o negócio e troca a sua carreira literária pelas artes do palco.
Em 2016, o Ministério do Tempo é rapidamente alertado. Salvador não pode permitir que "Os Maias" não sejam publicados e que todas as suas obras posteriores não sejam escritas.
Pacino ainda não pode ir nesta missão. Por isso Salvador ordena a Luiz Vaz de Camões que se junte a Amélia e ao Afonso nesta missão. Os três partem para 1887. O plano de Amélia é infiltrarem-se na companhia de teatro que Eça de Queiroz está a montar e sabotar a peça. Afonso recusa-se, pois continua a ter pouca consideração por cómicos. Fica, por isso, incumbido de tentar descobrir quem comprou o manuscrito de "Os Maias" e tentar recuperá-lo.
Ao chegarem a 1887, os patrulheiros são surpreendidos por Antão Teles de Meneses, o funcionário do Ministério do Tempo que os ajudou na missão de salvamento de Camões. Camões reconhece Antão e agradece-lhe a "pena de morte" a que foi condenado. Depois junta dois mais dois e percebe que o jovem que Antão colocou a guardá-lo é filho de Afonso.
Afonso e Antão dedicam-se à investigação. Aos poucos, conseguem apanhar o rasto de Walcott e de um novo e misterioso companheiro.
Em 2016, Salvador faz um telefonema para Tiago. Quer apenas saber como ele está. Tiago diz que está bem, mas ainda não se sente em condições de voltar ao ativo.
Afonso e Antão descobrem que Walcott não quer destruir apenas a carreira de Eça de Queiroz. Tem como alvo outros grandes nomes da literatura portuguesa. E o seu próximo objetivo é Ramalho Ortigão. Com estas informações, Afonso monta uma armadilha aos ingleses.
Camões não consegue sabotar a peça de teatro, por uma razão muito simples: adora-a. Para desespero de Amélia, começa a ajudar Eça de Queiroz. Amélia ordena a Camões que se junte a Afonso e, assim, os dois tentem capturar Walcott e o seu cúmplice. Ao mesmo tempo, Antão coloca o seu plano para terminar a carreira dramatúrgica de Eça de Queiroz. É um plano arriscado, que pode alterar não só a carreira de Eça como a própria cidade de Lisboa para sempre.
Ler mais >

Episódio 10

O Tempo Nas Suas Mãos (1886/1946/1981/2016)
  • Emitido em 2017-03-06
  • na RTP1
Lisboa, 1981. O agente da polícia judiciaria, Júlio Mendes, conhecido pela alcunha de Pacino, está a interrogar os seus informadores no Casal Ventoso quando recebe um pedido de ajuda pelo rádio do carro. Violência doméstica no 3º andar da Rua António Grilo, nº 28. Pacino já ouviu falar dessa morada. Larga o que está a fazer e corre para lá.
Ao chegar à morada, encontra um homem prestes a matar uma mãe solteira. Depois de uma breve luta, Pacino é vencido e cai no chão, sem reação. Assiste, impotente, ao assassinato da mãe solteira. E, tal como sabia que ia acontecer, vê o assassino desaparecer para dentro de um armário.
Com o coração nas mãos, Pacino segue-o. Entra no armário... e dá com ele num mundo estranho. Onde as televisões são quase tão finas como papel e a seleção nacional de futebol parece ter conseguido feitos inimagináveis em 1981. Por estar armado é tomado por assaltante e preso pela polícia de 2016.
No Ministério do Tempo ninguém consegue saber onde está Tiago. Amélia é quem mais sente a sua falta.
Salvador é alertado para a captura de um assassino procurado desde 1981. A razão pela qual este assunto é levado ao Ministério do Tempo é simples. O suspeito não envelheceu um dia, apesar de se terem passado 35 anos. Salvador dá ordens para que Pacino seja transferido para o Ministério.
Num primeiro interrogatório a Pacino, Salvador e Ernesto descobrem que Pacino entrou por um armário em 1981 e saiu num café, em 2016. Salvador manda Ernesto, Amélia e Ernesto investigar o café. Lá encontram a arma do crime de 1981. E, graças ás modernas camaras de vigilância, fica provado que foi o assassino, e não Pacino, quem escondeu a arma num caixote do lixo. Pacino é ilibado do crime e logo dispõe-se a ajudar a capturar o assassino, que ele acredita ter sido o responsável pela descredibilização do seu pai, também polícia, num caso em tudo semelhante a este, mas que se passou em 1946... A Salvador e Ernesto não restam dúvidas. Estão perante um assassino em série com a capacidade de viajar no tempo.
Amélia e Afonso, ajudados por Pacino, recebem a missão de capturar o assassino, que descobrem chamar-se Francisco Morais. Rapidamente montam-lhe uma armadilha e capturam-no com sucesso.
Mas Pacino não está satisfeito. Agora que conhece o segredo das viagens no tempo, quer alterar o passado. Que evitar o suicídio do pai. E, com a inesperada ajuda de Francisco Morais, engendra um plano. Pacino está decidido a tudo fazer para alterar a história. Mesmo que para isso tenha que colocar a vida de todos os membros do Ministério em perigo. E alterar a história de uma maneira imprevisível e perigosa.
Ler mais >

Episódio 9

Tempo de Lenda (viajamos por 1128, 1139 e 2016)
  • Emitido em 2017-02-27
  • na RTP1
1128, São Mamede. Gonçalo Mendes da Maia, o famoso Lidador, um dos mais importantes nobres de D. Afonso Henriques, luta bravamente contra inimigos castelhanos, sem se aperceber que é filmado à distância por dois homens do futuro. Só no fim da batalha, quando parece que apenas o Lidador sobreviveu, quando o silêncio se abate no campo, o som da máquina de filmar super8 faz-se ouvir. O nobre medieval escuta o som. E repara nos estranhos homens que o observam. Quando se prepara para os interrogar, um castelhano surge do nada e mata-o. Um dos grandes heróis portugueses morreu antes de tempo.
Lisboa. 2016. Passaram-se meses desde a última missão. Tiago regressa ao trabalho, mas ainda está muito abalado. Desde que foi o responsável pela morte de Mariana que não é o mesmo. Afonso, Amélia e os restantes membros do Ministério do Tempo tentam ajudá-lo a regressar ao ativo, mas tudo parece ser infrutífero.
Irene também regressa ao ativo. Ao contrário de Tiago, não é bem-recebida. É vista pelos membros do Ministério do Tempo como uma traidora. Apenas Salvador insiste que ela volte ao ativo.
Salvador convoca Afonso e Amélia. Tem uma missão nova para eles. Descobriram o túmulo do Lidador, durante umas escavações arqueológicas... Só que as análises de ADN provam que as ossadas que lá estão depositadas não são do cavaleiro medieval. Há que partir imediatamente para 1139, nas vésperas da batalha de Ourique, e perceber o que aconteceu. Amélia e Afonso querem saber porque Tiago não foi convocado para a missão. Salvador apenas diz que tem um substituto para Tiago: Afonso de Albuquerque.
Amélia, Afonso e Albuquerque chegam a 1139 e são rapidamente capturados pelo homem que se diz passar pelo Lidador. Convencem-no de que são patriotas e lutam por Portugal. Passam de prisioneiros a convidados.
Em 2016, Tiago é levado por Salvador para o seu novo posto de trabalha: a enfermaria do Ministério do Tempo, onde vai passar uns dias a mudar curativos. Ou meses, se necessário for. Só vai voltar em missão quando Salvador o achar preparado para tal.
Em 1139, o Lidador convida Afonso e Albuquerque para lutarem ao lado de D. Afonso Henriques na batalha que se aproxima. Sabendo que é nessa batalha que Afonso Henrique se torna no primeiro Rei de Portugal, os dois agentes sentem-se maravilhados. Mas Amélia, a líder da patrulha, não quer expô-los a tão grande perigo.
Nessa mesma noite, Amélia descobre as provas de que necessitava. O homem que se apresenta como Lidador é um impostor. Quando confrontado, o homem identifica-se como Correia. E o seu segredo vai muito para além da imaginação de Amélia, Afonso e Albuquerque.
Em 2016, Tiago percebe que não vai aguentar mais tempo ao serviço do Ministério. Chegou a hora de partir.
Ler mais >