Nome: Tosta Mista o Malabarista (Thorsten Grütjen)
Idade: 49 anos
Localidade: Aljezur
Talento: Malabarismo, Entretenimento e Clowning

Descreva numa palavra o motivo da participação no programa?
Desafio.

Como se descreve?
Sou um alemão com alma lusa e um malabarista com alma de Clown.

Quais os seus hobbies?
Tenho o privilégio de o meu hobbie ser a minha profissão. Sinto um grande prazer em inspirar-me no que me rodeia e representar isso em projetos, que misturem o clowning e o malabarismo. O meu projecto “Caracol Cultural”, que é uma carrinha Mercedes antiga que se transforma em palco, ocupa-me também muito tempo na sua manutenção e constante melhoramento. Além disso deixo-me inspirar em caminhadas à beira mar ou na natureza.

Qual é a sua principal qualidade? E o principal defeito?
Não me divido entre defeitos e qualidades. Sou como sou e estou muito bem assim.

Durante a sua atuação na audição o que foi mais difícil?
O mais difícil para mim no dia de audição foi o tempo de espera até ao seu início. Instalou-se em mim um certo nervosismo até finalmente enfrentar os jurados e conquistá-los com o meu talento. Mas o tempo foi bem passado entre todos os participantes nos bastidores.

Qual o comentário do júri que mais gostou de ouvir?
Gostei do comentário da Cuca, que considerou a minha apresentação a mais cómica até ao momento.

Qual dos jurados é mais difícil de impressionar?
Penso que no meu caso é o Pedro Tochas o elemento do júri que é mais difícil de impressionar, pois ele conhece muito bem as qualidades ou não de uma apresentação de artes circenses.

Acha que tem tudo para ser o Grande Talento de Portugal? Não sei dizer se tenho talento suficiente para ser o grande Talento de Portugal, mas a participação neste programa já é gratificante para mim. Reencontrar colegas e conhecer outros participantes do Got Talent Portugal está a ser uma experiência muito positiva. Pisar o palco do Coliseu, um palco com tanta história em Portugal, é sem dúvida um grande privilégio e já estou ansioso de dar o próximo passo neste palco.

O que espera ganhar com a sua participação no programa?
Além de um certo crescimento pessoal, também já ganhei a possibilidade de agradecer ao povo português pela sua hospitalidade e fazer parte da minha história como artista profissional nos últimos 25 anos. Assim como nunca terem pronunciado bem o meu nome, pois senão nunca me teria chamado “Tosta Mista o Malabarista”.

Foi há 27 anos na passagem de ano com uns amigos que teve o primeiro contacto com as artes circenses, já que um dos amigos sabia fazer malabarismo e cuspir fogo e Thorsten ficou fascinado e quis aprender. Nessa altura estudava serralharia – na Alemanha – e começou a treinar como hobby – até então, nunca tinha pensado em ser artista. Treinava muito e foi a vários encontros de malabarismo na Alemanha. Candidatou-se a várias escolas de circo e em 1992, através do artigo de uma revista internacional, conheceu o Chapitô. Candidatou-se e foi aceite. Veio morar para Portugal e fez o curso no Chapitô, começando logo a trabalhar nos primeiros meses em eventos. Trabalhou 10 anos com a produção do Chapitô. Vai uma vez por ano a Alemanha, a irmã e a mãe vivem lá.