Depois de uma viagem pelo sul da Ásia, Kat conheceu muitas pessoas que faziam do “fogo” o seu estilo de vida. O primeiro contacto que teve com a arte do fogo foi no Festival Boom, mas nunca mais pensou nisso. Só depois na Ásia, numa comunidade na Tailândia, os espectáculos de fogo a cativaram e fez o clique. Na primeira vez que trabalhou com o fogo sentiu adrenalina total: o som e o calor deslumbraram-na, adorou o contacto. Quer transmitir a conexão que tem com o fogo, conseguir entrar na sua bolha de meditação e transmitir o amor pelo que faz. Espera que consigam ver algo diferente, porque ela faz com paixão e com amor.