A uma semana da grande final da competição, Susana e Paulo prepararam duas provas à sua imagem para eleger os três finalistas da primeira edição de Cosido à Mão. A prova de molde foi uma peça clássica da alfaiataria e seguiu-se uma prova criativa à imagem de Susana Agostinho: uma cerimónia especial deu o mote às peças criadas por Raúl, Carla, Jana e Rita.

Sónia Araújo e os jurados Susana Agostinho e Paulo Battista

No desafio de molde, os concorrentes tiveram de fazer um colete de fato de homem. Parecia simples? Não foi: pregas, bolsos, botões. Pequenos detalhes que se revelaram infernais. Mas como foi a última semana antes da final, a prova teve de ser apimentada: cada costureiro foi desafiado a costurar uma peça extra: uma gravata ou um plastron. Coube a Jana, autora da melhor peça da semana anterior, decidir quem fazia o quê. Raúl enfrentou a avaliação mais dura, uma vez que deixou a peça muito incompleta. Carla foi a autora do melhor colete, recebeu um alfinete dourado e garantiu a presença na final.

Depois de uma peça de alfaiataria, seguiu-se o mundo de Susana Agostinho: a convidada de transformação foi uma noiva e cada costureiro teve de transformar cortinados no vestido dos seus sonhos. Sangue, suor e lágrimas marcaram a prova mais dura até então, mas Rita, Raúl e Jana cumpriram a marca incrível de fazer um vestido de noiva em poucas horas.

Rita foi a autora da peça da semana com o seu vestido de noiva e Raúl abandonou a competição.

A final vai ser no feminino: Rita, Jana e Carla… quem será a melhor costureira amadora do país?