Aos socalcos, em desafio, pelas curvas e contracurvas da serpentina do rio, estende-se uma terra vinhateira, de néctares e fragâncias intemporais.

Isabel traz a tradição junto ao peito. Orgulha-se da sua origem rural e da colheita única que, em tempos, os seus pés perfumaram. É uma ponte para os saberes do passado que se atualizam, na alegria que traz a cada novo dia.

Maria dos Remédios honra o Douro com a mestria com que prepara os seus pratos de peixe, inspirados na cultura de subsistência dos seus antepassados reguenses. Elegante e espirituosa, faz da cozinha uma conversa animada entre sabores e temperos.

O bouquet das castas durienses decompõe-se a partir do ADN do Luís, enólogo de paixão e profissão. O espírito do vinho aguçou-lhe o palato e abriu-lhe as portas para o maravilhoso mundo da gastronomia, que trilha em passo intuitivo e aventuroso.

Do quintal da Maria do Céu brotam as sementes do paraíso. Empreendedora, engenhosa e criativa, montou uma doçaria artesanal que faz as delícias das gentes da sua terra. Hoje, quem passa pelo Peso da Régua, não sai sem uma Ferreirinha, uma Régula ou uma Penaguiota, três dos muitos doces que a Céu inventou para homenagear as suas origens.