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Nova app Hater quer que odiemos em conjunto

Let’s hate and then mate.

O modelo do Tinder tem sido reaproveitado para uma nova geração de apps que pretende melhorar as relações humanas. Desta vez, o modelo foi adicionado a uma app que pretende juntar-nos consoante os nossos desgostos em comum. Sim, isso mesmo: não-gostos muito específicos que partilhamos sem saber e que são essenciais para uma boa relação com o outro.

Senão vejamos.
Imaginem um encontro marcado entre duas pessoas que se querem conhecer melhor. No Tinder terão partilhado que ambas adoram azeitonas e isso aproximou-as o suficiente para decidirem ir jantar juntas a um restaurante perito em azeitonas. Até aqui tudo bem.
Mas a conversa não durou assim tanto tempo para que um dos intervenientes soubesse que o outro odeia jantar tarde, muito menos em restaurantes cheios de gente, e que preferia mesmo um encontro mais intimista.
Está tudo estragado!

A nova app de que vos falo chama-se Hater e funciona como o Tinder – nas características adicionamos as informações básicas acerca da nossa pessoa e ainda as coisas que não suportamos. Já está disponível em versão beta para iOS e estará pronta para Android no final da Primavera.

Algumas das opções/irritações mais comuns já estão pré-registadas – selfies tiradas no bolso, pessoas que andam devagar e dar menos de 15% de gorjeta são apenas algumas. Só temos de selecionar a opção e deslizar para baixo se odiamos, para cima se adoramos, esquerda se não gostamos e direita se gostamos.

Depois, a app emparelha-nos com as pessoas com as quais temos desgostos em comum, sobretudo se estivermos fisicamente perto da outra pessoa. Para facilitar a conversa, tem ainda incorporado um jogo quebra-gelo, com perguntas que devem ser respondidas através do preenchimento de espaços em branco.

Afinal, em tempos em que o ódio por uma causa comum às vezes parece mais forte para mudar o mundo do que o amor, talvez o Hater seja a resposta para nos tornarmos todos mais próximos!

 

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