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MUMA: os dias da criação no centro do Atlântico

Terminou no sábado, dia 11 de maio, a quinta edição do Festival MUMA, na cidade da Horta, na ilha do Faial. Foram três dias de muita música, este ano com algumas novidades: os convites foram feitos a músicos para irem até aos Açores não só para tocar, mas também para se juntarem à comunidade criativa daquela que é também conhecida como a Ilha Azul.

Rui Souza (aka Dada Garbek) e Ricardo Martins, além de tocarem em duo, foram convidados a desenhar e a interpretar uma peça original com o título A Mulher de Porto Pim — nome da baía da cidade da Horta que inspirou um conto de António Tabucchi — e que interpretaram no Teatro Faialense com o Grupo Coral da Horta e com a Filarmónica Nova Artista Flamenguense, naquele que foi o primeiro tomo da iniciativa Murmurinho, que se pretende que tenha continuação por muitos anos.

Além disso, também Joana Barra Vaz esteve uma semana em residência criativa no Vulcão dos Capelinhos, na casa de Gonçalo Tocha, a preparar canções para o sucessor de Mergulho em Loba, mas a passagem pelos Açores serviu também para recriar as suas canções com a ajuda da Orquestra Rítmica do Corpo — um projeto de Tiago Marques com jovens músicos faialenses e que foi apresentado no Mercado da Horta.

No Faial, atuaram ainda Allen Halloween, Jibóia, o rapper da casa Horta G, o trio de jazz BRANCO | HASSELBERG | SOUSA, Chalo Correia e DJ Milhafre.

O Bruno Martins esteve na Horta, a acompanhar de perto a quinta edição do MUMA.