Especiais

Era Uma Vez a Expo

A 22 de maio de 1998, Lisboa foi palco da Expo’98. A exposição mundial, que teve como temática Os oceanos: um património para o futuro, esteve presente no Parque das Nações, durante cerca de 4 meses, a reboque das comemorações dos 500 anos dos Descobrimentos Portugueses.

O recinto recebeu cerca de 11 milhões de visitas, com coisas novas a acontecerem todos os dias, desde o teatro, dança, música, literatura ao circo. Foram 160 países e organizações a participar neste grande encontro, que promoveu os oceanos e a inovação, ao longo de 132 dias.

20 anos depois, em 2018, a Antena 3 recorda a Exposição Internacional de Lisboa de 1998.

De 22 de maio até 30 de setembro (período em que a Expo esteve aberta ao público em 1998), a Antena 3 vai recordar alguns momentos da exposição mundial com a rubrica Era Uma Vez a Expo. De segunda a sexta-feira, às 10h30 e 16h30 na Antena 3.

Queremos ainda conhecer as memórias e as experiências dos nossos ouvintes na Expo’98. Envia-nos as tuas histórias, fotografias e vídeos para o email expo3@rtp.pt, com o teu nome, a tua história e um contacto telefónico para posterior contacto da produção da Antena 3.

Recupera aqui as primeiras histórias da rubrica Era Uma Vez a Expo.


20 anos depois: Aida Tavares lembra Pina, Mega e como a Expo mudou a sua vida

O Pavilhão do Passado abre-se hoje, novamente, para o Festival dos Cem Dias, o festival que aconteceu antes da abertura do recinto… e por onde passaram alguns grandes nomes da arte do século XX.

Aida Tavares foi responsável de produção de vários desses espectáculos… Em conversa com a Mariana Oliveira, falou sobre alguns dos projectos que teve a seu cargo… E lembra como fazer parte da Expo 98 marcou a sua vida.

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Uma visita ao Pavilhão do Brasil

Hoje a viagem ao Pavilhão do Passado tem sotaque. Recuamos até ao Dia do Brasil na Expo 98 e visitamos o Pavilhão do Brasil – um dos maiores da Exposição de Lisboa e um dos mais procurados pelos portugueses.

O Dia do Brasil teve também uma das maiores enchentes da Expo, graças à verdadeira armada de estrelas, como anunciavam há 20 anos os nossos dois Sérgios (o Infante e o Alexandre).

20 anos depois: Aida Tavares e o Festival dos 100 dias

Hoje, nesta visita diária ao Pavilhão do Passado, voltamos à Expo… antes da Expo. E à conversa com quem lá passou bem mais do que 100 dias.

O Festival dos Cem Dias começou antes da abertura do recinto. Foi uma espécie de prefácio da Expo 98, com espetáculos por toda a cidade: como que a preparar a cidade e o país para os meses da exposição.

Aida Tavares foi uma das responsáveis de produção do Festival… por onde passaram alguns “mitos” da arte do século XX. Aida Tavares, hoje à frente do Teatro São Luiz, em Lisboa.

Uma visita ao Olimpo

Ao longo dos meses de Expo 98, além dos mais de 140 países presentes, também se fizeram representar na Exposição de Lisboa dezenas de instituições e empresas nacionais e internacionais (como foi o caso da Greenpeace ou da União Internacional para a Conservação da Natureza.

Um desses pavilhões foi o do Comité Olímpico Internacional, que trouxe a Lisboa um pouco da história dos Jogos Olímpicos e encheu a Expo 98 de espírito olímpico.

100 anos de Jogos Olímpicos celebrados no Pavilhão do Comité Olímpico Internacional – visitado há 20 anos pelo Sérgio Alexandre.

20 anos depois: Cristina Castel-Branco e o pioneirismo da Expo 98

Conversa com a responsável pelo plano de arborização da Expo 98 e dos Jardins Garcia de Orta: Cristina Castel-Branco, a arquitecta paisagística responsável pelo plano de arborização da Expo 98.

Na semana passada, ouvimo-la recordar as várias etapas do seu trabalho e a lembrar como a Exposição Mundial de Lisboa foi uma escola para muitos jovens arquitectos…

Hoje, nesta terceira parte da conversa com a Vanessa Augusto, Cristina Castel-Branco revela como a sua equipa foi pioneira sem o saber.

 Do Pavilhão da Natureza ao barco da Greenpeace

Depois de, esta semana, termos ouvido Cristina Castel-Branco (a arquitecta paisagística que deu árvores e jardins à Expo 98), mantemos o espírito ambientalista e recordamos hoje dois dos espaços mais marcantes da Exposição Mundial de Lisboa:

– o navio da Greenpeace, que esteve estacionado ao largo da Expo

– o Pavilhão da União Internacional para a Conservação da Natureza, que levou ar puro a uma zona da cidade que, até à Expo, não cheirava lá muito bem…

20 anos depois: Cristina Castel-Branco e as lições da Expo 98

Hoje, voltamos à conversa com Cristina Castel-Branco – uma das protagonistas da Expo 98, responsável pelo plano de arborização da Exposição Mundial de Lisboa e dos Jardins Garcia de Orta.

Nesta conversa com a Vanessa Augusto, Cristina Castel-Branco lembra como a Expo deu emprego a muitos jovens arquitectos, mas revela que a experiência da Expo 98 teve para si, também, um lado menos bom…

Agenda de um dia sem Mundial

Em 1998, ao mesmo tempo que Portugal recebia a Exposição Mundial de Lisboa, França recebia o Campeonato do Mundo de Futebol.

E como já vimos nestas visitas ao Pavilhão do Passado, os jogos do Mundial tomavam conta das tardes e das noites da Expo 98.

No fundo, tal como tem acontecido nas últimas semanas. Mas hoje é um daqueles dias que deixam nervosos os fãs do futebol: aquele dia entre os oitavos de final e os quartos de final… um dia em que não há jogos para ver… Tal como há 20 anos. Felizmente, há 20 anos, havia muita coisa para entreter os adeptos mais fervorosos.

Hoje vamos espreitar a agenda de um dia igual ao de hoje: o dia seguinte aos oitavos de final… um dia na Expo sem jogos do Mundial.

Os Da Weasel na Expo 98, no dia seguinte aos oitavos de final do Campeonato do Mundo de Futebol de 1998.

20 anos depois: Cristina Castel-Branco, arquitecta paisagística da Expo 98

Hoje, voltamos à conversa com os protagonistas da Expo 98.

Depois de João Brites, recebemos agora Cristina Castel-Branco – a arquitecta paisagista que desenhou e realizou o plano de arborização da Expo. Foi ela a responsável por exemplo, pelos Jardins Garcia de Orta. E é também a autora do Livro Verde da Expo.

Nesta conversa com a Vanessa Augusto, Cristina Castel Branco descreveu, por exemplo, as várias etapas dos seus quatro anos de trabalho para a Expo 98.

Uma visita ao Pavilhão do Canadá

Mês novo, nova viagem ao Pavilhão do Passado.

Hoje, seguimos o roteiro de há 20 anos e passamos por mais um pavilhão nacional, de mais um dos 143 países que marcaram presença na Expo 98.

Senhoras e senhores, hoje visitamos o Pavilhão do Canadá na Expo 98.

 

20 anos depois: João Brites e a poesia na exposição mundial

Hoje, retomamos a conversa com João Brites, o diretor de espetáculos da Expo 98, que hoje nos lembra que, nos meses da Expo, os visitantes eram diariamente confrontados com diversas manifestações culturais: eram perto de 40 espetáculos por dia, sobretudo concertos e arte de rua. Mas houve vontade de ir mais além e de confrontar os visitantes com… poesia.

Mas como se oferecia poesia no meio de uma exposição mundial com milhares de visitantes? Resposta dada por João Brites…

Uma visita ao Pavilhão do Reino Unido

Entre maio e setembro de 1998, a Exposição Mundial de Lisboa abriu as portas a 143 países.

Nestas nossas visitas diárias ao Pavilhão do Passado, voltamos a parar em mais um dos pavilhões nacionais da Expo 98. Hoje, visitamos o Pavilhão do Reino Unido — um dos maiores da Expo, como relatava, há 20 anos, o jornalista Sérgio Alexandre.

20 anos depois: João Brites – quando não havia electricidade para os espectáculos

Hoje retomamos a conversa com João Brites. Regressamos aos dias antes da Expo, quando os últimos preparativos estavam a ser ultimados, mas ainda faltava muita coisa. Em alguns casos nem sequer havia electricidade para dar energia para os espectáculos. E foi preciso encontrar soluções.

O diretor de espectáculos da Expo 98 lembra os problemas ultrapassados pelo espírito de missão… e o talento que os portugueses têm para desenrascar.

Uma cidade de comércio e serviços

Hoje, na nossa viagem ao Pavilhão do Passado, voltamos a ver postais da Expo 98 – a exposição que, ao longo de mais de 4 meses, foi como que uma cidade dentro de outra cidade. E como qualquer cidade, precisava de comércio e de serviços.

Além das lojas dos pavilhões e dos restaurantes licenciados, dentro da Expo havia também uma Farmácia, um Posto de Correios, uma Loja de Discos…

Hoje, espreitamos algumas dessas lojas e serviços da Expo 98 – a começar por um bar mítico.

20 anos depois: João Brites, o director dos 40 espectáculos por dia

Hoje, na nossa visita diária ao Pavilhão do Passado, falamos com João Brites, o homem que coordenava todos os espectáculos da Expo 98 – um evento de uma dimensão nunca vista em Portugal, um desafio quase impossível de concretizar.

20 anos depois, o director de espectáculos explicou ao Daniel Belo que precisou de muita ajuda para conseguir fazer funcionar uma máquina que produzia 40 espectáculos por dia.

Era uma vez… João Brites…

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