Luís Franco-Bastos foi buscar o Balotelli à Parede, em 2012.
Era uma ninhada de 9 e ele era o mais calmo.

“Eu acho que toda a gente é solitária antes de ter um cão. Eu já sabia que ia adorar ter um cão, mas ainda é mais espectacular do que se pensa ser.”

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Luís Franco-Bastos diz que os primeiros meses foram complicados. No entanto, admitindo ser uma pessoa emocional, tem dificuldade em não ceder ao olhar irresistível do seu Balotelli.

“Acho que todos aqueles clichés são verdade: a alegria dele quando chego a casa, a expectativa dele, tudo para ele é interessante.”